domingo, 20 de maio de 2018

O que é SIPAT?

Simples e direto...


SIPAT -  Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho. 


É uma semana do ano em que as empresas precisam dedicar a palestras e atividades voltadas a Segurança do Trabalho.

Podem ser tratados assuntos, por exemplo sobre saúde e segurança. Alguns exemplos e dicas de temas a serem explorados:

AIDS  
Água (cuidados e bom uso com este recurso natural não renovável)
Prevenção de Incêndio
Prevenção de Doenças (Hepatite, HIV, Tuberculose, etc)
Prática de Exercícios Físicos
Prevenção de acidentes domésticos
Palestras motivacionais ... e por aí vai.


A NR 5 - CIPA informa na alínea "o" item 5.16: "promover, anualmente, em conjunto com o SESMT, onde houver, a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho – SIPAT;"

Pelo fato de estar em norma, se trata de uma obrigatoriedade e não uma opção para as empresas. Importante é registrar a participação de todos os presentes e dos instrutores e palestrantes. Esse registro é de importância por basicamente dois motivos: 

1º Criar um histórico da quantidade de pessoas em cada dia e em cada palestra. Saber também quais os temas que foram tratados, e até por que não dizer, saber o que foi feito em um ano para não repetir nos próximos. Repetir os mesmos assuntos/temas pode ser cansativo e monótono para quem comparece todos os anos.

2º Em caso de fiscalização por parte do Ministério do Trabalho e Emprego a CIPA terá a documentação para apresentar. Seria desastroso não registrar os eventos. 


Além de registros em papel, muito importante é tirar fotos para uma comprovação ainda mais fiel da realização do evento. Claro que muitas empresas hoje, inclusive postam em redes sociais. Vale a dica, se você é do SESMT ou da CIPA, preste bem atenção as regras e as políticas da empresa em que você trabalha, algumas podem não permitir isso. 


Nesse artigo falamos sobre o que é SIPAT, assuntos e a necessidade de registros. Este assunto é bem mais extenso e vamos tratar outros detalhes em um próximo artigo. 

Dúvidas? Coloca nos comentários ou me manda um e-mail: csmtst@gmail.com

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Cumpra o Cronograma de Ações do PPRA

Promessa é dívida 



Caros prevencionistas, 

Algo fundamental para que se tenha sucesso na realização de um PPRA na empresa, é cumprir de fato com o cronograma de ações do PPRA. Se você elabora um cronograma de ações todo bonitinho, cheio de enfeites, uma palavra de cautela: CUIDADO !! Me refiro a enfeites, quando você promete coisas que acha que poderá cumprir dentro do prazo. O cuidado que se deve ter é não colocar coisas de mais que você pode não cumprir e nem mesmo ter condições de cumprir. 

Querem ver um exemplo clássico de uma coisa dessas? Análise ergonômica. Não, não estou dizendo que não deve ser feita, mas o caso é que as vezes o TST mal tem tempo pra fazer vistoria de extintores, e aí pra encher linhas ele coloca - Análise Ergonômica no cronograma. Gente, falando sério, se você leva surra pra conseguir fazer coisas mais simples, acha mesmo que vai conseguir fazer coisas mas difíceis, que talvez nunca tenha feito? Considere isso com realismo. 

Lembre-se de mais um detalhe: TUDO, mas tudo mesmo que você colocar nesse cronograma será cobrado pelo fiscal do Ministério do Trabalho, caso você receba uma visita inesperada. Isso significa pura, simples e objetivamente que se você não fez isso dentro do prazo ou não fez, você será cobrado de fazer e terá que provar que fez. Não esqueça que fiscais do MTE não são muito colaboradores e não estarão preocupados com seu serviço acumulado. 

A dica é simples, bem simples, mais garantido é o básico feito do que o complicado não feito, entenderam? Acredito que se seguirem essa dica serão mais felizes na vida laboral de TST de vocês, falo por experiência, ok??

Espero que possa ter ajudado. Um grande abraço e até mais !!

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

quinta-feira, 23 de julho de 2015

DDS - Proteção das Mãos

Você sabia que 41,5% dos casos de acidente com equipes de manutenção envolvem lesões nas mãos?

As mãos são os órgãos mais complexos do corpo humano, sendo compostas por significativa quantidade de nervos, tendões, tecido muscular e ossos que trabalham sincronizadamente.

Apesar da grande importância que as mãos representam no desenvolvimento do nosso trabalho e no atendimento das nossas necessidades, a maioria dos trabalhadores não atenta para os cuidados quanto a adequada prevenção contra os riscos.

No nosso trabalho encontramos os seguintes riscos para as mãos: corte, esmagamento, contusão, queimadura química, etc.

As principais causas de lesões nas mãos são: manutenção em máquinas, ferramentas danificadas, tédio ou  cansaço e comportamentos de risco (descaso quanto às normas de segurança, não uso de EPI´s ou por simples desatenção ou distração).

Recomendações para proteger as mãos durante o trabalho:

  • Sempre que puder usar ferramentas apropriados ao invés das mãos, faça;

  • Tenha cuidado com ferramentas cortantes, execute força sempre em sentido oposto ao corpo e as mantenha protegidas quando estiverem fora de uso;

  • Ao movimentar qualquer tipo de carga, proteja suas mãos para que não fiquem presas entre objetos;

  • Sempre que o trabalho exigir uso de luvas, nunca use luvas além das medidas de suas mãos;

  • Ao realizar a manutenção em máquina, preferencialmente o trabalho deve ser realizado com a mesma desligada, caso não seja possível, cuide suas mãos de partes móveis;

  • Para trabalhos que envolvam manuseio de produtos químicos, faça uso de luvas apropriadas ou creme de proteção;

  • Em trabalhos que exijam empurrar ou puxar partes de máquinas, faça com cuidado, para evitar batidas e contusões em suas mãos.

domingo, 25 de agosto de 2013

Ficha de Entrega de EPI

É muito importante anotar a entrega de todos os EPI entregues aos funcionários, por isso coloco abaixo um modelo de  "Ficha de Entrega de EPI". Neste documento, deixamos espaço para colocarmos a descrição do EPI, a quantidade entregue ao funcionário, o número de CA, a assinatura do funcionário no ato do recebimento e o visto do SESMT.

Veja abaixo:






Para visualizar no Google Docs, e fazer o download, clique aqui.

domingo, 18 de agosto de 2013

Riscos Ambientais & Agentes Físicos

Os riscos ambientais são os agentes físicos que estão presentes nos locais de trabalho. Como o próprio nome diz são físicos, ou seja, tudo aquilo que  se pode sentir. O trabalhador fica exposta a estes agentes que por sua vez colocam em risco sua integridade física.  

E esta definição está na NR 9 - PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais), no item 9.1.5, que informa: "Para efeito desta NR, consideram-se riscos ambientais

domingo, 4 de agosto de 2013

O que é EPI?


A NR6, define EPI assim: todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho. 



Em termos simples, podemos dizer que é o equipamento que protege o trabalhador dos riscos presentes no seu local de trabalho. O EPI pode ser conjugado, que é quando o equipamento possui mais de um dispositivo. Temos como exemplo, um capacete, que serve para proteção da cabeça, e junto a ele, um protetor auditivo tipo concha. 

O EPI é um direito do trabalhador, e uma obrigação da empresa fornecer gratuitamente aos funcionários. A empresa deve fornecer ao trabalhador o EPI adequado ao rico. Embora os equipamentos de proteção individual não evitem os acidentes de trabalho, eles amenizam as consequências do mesmo. 


O Anexo I da NR 6 auxilia neste sentido, pois apresenta uma relação de EPI associa
do ao risco. Se divide em: 


  • Proteção para a cabeça;
  • Proteção para olhos e face;
  • Proteção auditiva;
  • Proteção respiratória;
  • Proteção do tronco;
  • Proteção dos membros superiores;
  • Proteção dos membros inferiores;
  • Proteção do corpo inteiro;
  • Proteção contra quedas de diferença de nível

A competência para a escolha do EPI apropriado ao risco, é explicada na própria NR6:


6.5 Compete ao Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho – SESMT, ouvida a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA e trabalhadores usuários, recomendar ao empregador o EPI adequado ao risco existente em determinada atividade;


6.5.1 Nas empresas desobrigadas a constituir SESMT, cabe ao empregador selecionar o EPI adequado ao risco, 
mediante orientação de profissional tecnicamente habilitado, ouvida a CIPA ou, na falta desta, o designado e 
trabalhadores usuários

É importante que o SESMT, a CIPA ou empregador, dependendo de quem fará a escolha do EPI conversar com os funcionários que farão uso do EPI, para que se entendam as necessidades do trabalho.

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